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Vale aprova novos projetos de bauxita e alumina

Vale aprova novos projetos de bauxita e alumina

Redação / Web Amazônia
Por: Redação / Web Amazônia
25/09/2008 às 09h38 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
A Vale informa que o Conselho de Administração aprovou os investimentos no projeto de construção de uma refinaria de alumina, Companhia de Alumina do Pará (doravante “CAP”), e na expansão de capacidade da mina de bauxita de Paragominas (Paragominas III), ambas situadas no estado do Pará, Brasil.

A CAP será responsável pela implantação e operação de uma refinaria de alumina, localizada em Barcarena, localizando-se a 5 km de distância da refinaria de nossa subsidiária Alunorte. A CAP terá como acionistas a Vale, com 80% do capital, e a Hydro Aluminium (Hydro), com os restantes 20%. A Hydro é empresa baseada na Noruega, se constituindo numa das maiores produtoras mundiais de alumínio e produtos derivados.

A capacidade inicial de produção da refinaria será de 1,86 milhão de toneladas anuais (Mtpa) de alumina, através de duas linhas de 930 mil toneladas anuais. A nova refinaria terá potencial para aumentos futuros de capacidade, a qual poderá atingir até 7,4 Mtpa.

O valor do investimento na primeira fase da CAP é estimado em US$ 2,2 bilhões. O cronograma do projeto prevê início da construção para outubro de 2008 e de produção para o primeiro semestre de 2011.

Paragominas III fornecerá a bauxita consumida pela CAP. O investimento está estimado em US$ 487 milhões e resultará na ampliação da capacidade de nossa mina de Paragominas de 9,9 para 14,85 Mtpa. Paragominas III deverá entrar em operação simultaneamente ao primeiro módulo da CAP, no primeiro semestre de 2011.

Na fase de implantação, prevê-se que os dois projetos gerem 9.000 empregos no pico da construção e, quando concluídos, sua operação será responsável por 847 empregos diretos e 690 empregos indiretos.

Estes projetos são consistentes com a estratégia de negócios da Vale para o alumínio, cujo foco é no crescimento orgânico de ativos no “upstream” da cadeia produtiva, baseado no aproveitamento de suas reservas de bauxita de alta qualidade e na capacidade de produção de alumina a custos extremamente competitivos no mercado global.
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